[Vídeo] 1 ano!!!!

[Vídeo] 1 ano!!!!

Bom dia! Hoje tem post especial!

Para celebrar o aniversário de um ano do Ulisses, eu peguei tooooodos (sim, acredite… são muitos) os vídeos dele. Separei 1 ou 2 segundos de cada (mais quando o vídeo merecia :P) e juntei num grande vídeo! Então são 365 dias de lembranças, alegrias, medos, choros, risos e muuuuito amor! Em pouco mais de 8 minutos e meio.

É um presente para nós, que choramos muito ao ver o vídeo, e para vocês! Vocês que riem conosco, vêem nosso pequeno crescer, compartilham nossas memórias, anseios e celebram nossas vitórias! Obrigado!

Bom dia, boa tarde, boa noite! É o Show do Ulisses! <3
 

 

Ps.: E ia colocar Mad World o clip todo, mas a Yara disse que iria entrar em depressão. :P

Uma festa inesperada

Uma festa inesperada

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Estou ausente, mas é a correria! Mea culpa, mea culpa! Mas hoje tem post de aniversário! :D

O Ulisses completou seu primeiro ano no dia 25 de Junho. A Yara teve nesse mesmo dia uma apresentação: o encerramento do semestre. Ela tocou palmas, pés, agogô e metalofone. Uma performance impecável que irei postar aqui, caso a internet permita. :P

No dia seguinte pegamos um avião para Brasília, fugindo do frio e prontos para preparar uma festa para o Ulisses. Pensamos em torná-la o máximo de DIY (o famoso “Do It Yourself” – faça você mesmo), tanto para economizar quanto para deixar com a nossa cara.

O tema da festa? Hobbits!

Sim, queriamos deixar com a cara do condado. Trazer uns elementos literários de “Senhor dos Anéis” e “Hobbit”, algumas florestas, elementos da festa do Bilbo. Como várias pessoas gostaram da festa e perguntaram #comofaz, decidimos fazer esse post com os elementos principais. Tanto para uma festa hobbitesca quanto para outro tema. Nosso objetivo é fugir um pouco da padronização (nada contra quem goste :P).

A primeira coisa que fizemos foi buscar elementos que pudessem deixar temático, mas de um modo “fazível” por pessoas – como nós – não tão virtuoses no artesanato. Lendo os livros e vendo os filmes, pegamos algumas idéias. Vou primeiro colocar uma galeria aqui e depois as nossas ideias! :D

 

  • Bandeirolas: Fácil de fazer! Papel de seda cortado em formato de triangulo (para não parecer festa junina, principalmente em Junho) com uns 20 cm de altura aproximadamente, colados em barbantes. Pegamos de várias cores para remeter à festa infantil, mas em tons mais sóbrios pra não fugir muito.
  • Fitas: Espalhamos algumas fitas largas pelo teto junto com as bandeirolas, para dar aquele ar de festas renascentistas e colocar mais cor ainda.
  • Arranjos de mesa: Queríamos remeter a algo campestre. Então fomos em uma floricultura e pegamos algumas mudas que lembrassem ao máximo “árvorezinhas”. Ficamos com as avencas. Depois pegamos uma faixa de feltro, enrolamos no vaso e prendemos com alfinetes. Fizemos mini-bandeirinhas para as árvores usando fio de ponto-cruz, o mesmo papel de seda e palitos de churrasco. Imprimimos os personagens dA Sociedade do Anel em versão “chibi” e colocamos com palitos de dente em cada um dos enfeites. Uma tag que fizemos com uma fonte de Hobbit (Hobbitton) e o desenho do Smaug de Tolkien impressos em um papel bonitinho fechou o pacote. Foi só colocar isso em cima de dois panos de mesa (um branco e outro verde) com um quadrado menor de juta por cima e pronto!
  • Mesa principal: Como a mesa principal é… principal, precisamos investir um pouco mais. Pedimos à talentosa moça do Enfeltrados que fizesse 3 (a Yara me limitou, :P) personagens em feltro. Escolhi Frodo, Gandalf e Gimli (ANÃO RLZ!). E como ficou lindo demais, convenci a Yara a pedirmos um Smaug que ficou fantástico. Pegamos na mesma floricultura (dos arranjos de mesa) um arbusto um pouco maior para ficar junto com os enfeltrados, um baú pequeno para o Smaug ficar em cima e peças em madeira para base dos doces e bolos. As bases compramos em MDF sem pintura numa loja de festas, deixamos assim mesmo e colocamos os doces dentro de formas que lembrassem folhas e flores. Alguns vidrinhos com flores artificiais pra dar mais um toque caseiro. E embaixo disso tudo colocamos alguns metros de juta para deixar rústico.
  • Bolos: Poderíamos tentar fazer, mas seria desastroso e feio. Então pedimos algo diferente, havíamos visto algumas fotos do chamado “Naked Cake” e achamos lindo! Ficaria bem pitoresco, caseiro e colorido como queríamos. Pedimos com frutas vermelhas e ficou fantástico (além de delicioso, recomendo o pessoal do Amour Doux), para fazer companhia ao bolo, pegamos cupcakes com tons dourados para colocar no suporte de madeira e popcakes. Os pop-cakes foram um episódio à parte, a Yara estava ficando doida sem saber o que fazer para eles ficarem “organizados”, então peguei uma cesta de vime, virei ao contrário e enfiei os palitos. A juta por baixo dele não deixava eles escorregarem e ficou um visual bem bacana.
  • Comidas: Além dos bolos e docinhos tradicionais, queríamos algo mais que remetesse ao Condado. Então pegamos alguns frios e embutidos aqui da terrinha (moramos na zona rural da região metropolitana de Curitiba, do lado do Caminho do Vinho – para quem conhece) e fizemos uma mesa de aperitivos que ficou bem pitoresca e a galera adorou! Pedimos meio quilo de patê de queijo com pães integrais, salada de fritas com iogurte para os pequenos, e queríamos uma panela com caldo, mas acabou não dando certo.
  • Trilha sonora: Não apelamos tanto pra os filmes, foi Palavra Cantada, Tiquequê e Pequeno Cidadão principalmente. :)
  • Baú de Fantasias: Nós colocamos um baú de madeira antigo cheio de fantasias que para as crianças. Barbas, mantos, roupas de mago, asas de fadas, chapéus de bruxas, espadas, escudos, capas… enfim, de tudo um pouco! Então é só deixar aberto e livre para as crianças se divertirem.
  • Espaços para crianças: Ora, o aniversário é de um piá de 1 ano, então tem que ter tapete de EVA, brinquedos didáticos, livrinhos e toda a bagunça para ele se divertir com os amigos. Teríamos levado os nossos, mas como pagaríamos um bocado de excesso de bagagem, alugamos lá mesmo. Também alugamos uma mesa, papéis, cartolina, cola, lápis de cor e canetinhas para os maiores.
  • Brinquedos grandes: Acho que falhamos um pouco ao não pensar nos “mais maiores”, com 6 anos ou mais. Ficou faltando algum brinquedo grande para eles, mas não acho que tenham sentido muita falta correndo para todos os lados.
  • Lembranças: Quando estávamos pensando nas lembranças para a festa, não queríamos um imã de geladeira, ou um arranjo de biscuit que não seria para as crianças. Nós queríamos algo para elas, então encontramos um site com brinquedos didáticos e compramos piões de corda, tangrans, blocos de montar, cordas de pular, coisas de acordo com a idade das crianças e realmente para elas aproveitarem! Embalamos em papel pardo e colocamos um cartão agradecendo a presença.
  • Convite: Para o convite, o lance é criatividade mesmo, pegar uns elementos da festa e trabalhar no photoshop até acertar. O do Ulisses ficou assim:
    Convite-0

Bem, acho que a maioria da festa está aí. O sucesso foi tanto que estamos seriamente pensando em abrir uma consultoria para festas DYI. :P

Agradecimentos especiais aos familiares e amigos que ajudaram demais, financeiramente, na cozinha, emprestando utensílios, comprando itens. Vocês foram essenciais! <3

No próximo post prometo o vídeo de 1 ano do Ulisses. ;)

Essa lei da palmada é um absurdo!

Essa lei da palmada é um absurdo!

Se vocês tem pelo menos uma conta, em pelo menos uma rede social – por mais lado B que seja – qualquer, deve ter visto alguns posts sobre a polêmica da Lei da Palmada. O projeto, que já passou na Câmara e no Senado, está prestes a se tornar lei. Ela vai, basicamente, incluir no Estatuto da Criança e do Adolescente que as crianças tem direito de serem educadas sem agressões físicas e morais – aí incluidos castigos, palmadas e puxões de orelha.

Eu queria escrever um post, principalmente por discordar – e chegar a discutir – de alguns amigos de muito tempo que mostravam sua opinão na timeline. Mas, estava esperando passar um pouco da euforia e não ficar no meio do caos. E acho que é uma boa hora para dizer o que penso da Lei da Palmada.

Acho um absurdo! Um absurdo imenso! A necessidade de colocar em um estatuto, que a criança tem direito de não sofrer agressões parece quase surreal.

Essa idéia deveria já ser algo óbvio a todas as pessoas. É triste ver a reprodução absurda de posts, charges, imagens defendendo a palmada. “Eu apanhei e aprendi a respeitar”, “Eu apanhei e mereci”, “Curta e Compartilhe se você também apanhou e sobreviveu”. Tantos absurdos e tão divulgados por pessoas próximas a mim que me dá uns três tipos de desespero.

Não nego, a agressão vai conseguir criar algum tipo de respeito do entre pais e filhos, regrado por medo, confusão, covardia. São tantas coisas erradas que esse post se tornaria um livro antes que eu começasse a descrever.

Todas as justificativas para uma surra podem ser rebatidas sem muito trabalho, três ou quatro porquês podem levar a raiz de vários problemas. Cria um vínculo, confiança, entendimento. Tantas vezes que é uma necessidade de atenção, alguma frustração, ou até mesmo uma confusão de valores que poderiam ser resolvidos pelos pais.

Tá certo que alguns não vão conseguir descontar a sua raiva e frustração em alguém que não pode (nem quer) se defender. E se você pensando ou questionando a lei, argumentando sobre não ser possível definir onde começa a ser agressão, eu te explico: a agressão começa na intenção de levantar a mão, que normalmente vem depois de levantar a voz.

Enfim, acho a lei um absurdo, simplismente por ela precisar existir. Mas, se a implantação dela pode forçar a sociedade a ver novos meios de criar filhos, é uma ferramenta ótima. Os pais precisam aprender que é possível criar os filhos de outro modo, com cumplicidade e respeito. Aprendendo a conversar e ver o que gera as ações dos filhos.

Oro pelo dia em que leremos esse item no estatuto e achar um absurdo – como tantos outros que são direitos óbvios e lógicos para todos – sem tamanho, então eu ficarei feliz de verdade.

Ps.: Fazendo propaganda, tem um livro que a Cientista Que Virou Mãe lançou que pode tirar umas dúvidas e ajudar. Clica aqui. :)

1° Dia das Mães #2

1° Dia das Mães #2

diadasmaes1 Acordei o dia rindo com o título do post de um dos meus amigos blogueiros (eu não tenho muitos, disse aqui, mas esse é um dos paternos do zap-zap), o Bruno do Aventura Paterna, o Post era “Foda-se o Dia das Mães”. Ele fala de algo que concordo, concordamos eu e Yara, tanto que nos dias comemorativos não nos damos presentes caros (uhul! Até porque, sou pobre). Mas em contrapartida, sei que o ser humano em geral é egoísta, possessivo e “da ostentação”, então eu ainda acho importante uma data assim para lembrarmos de dar um pouquinho de nós para alguém. Fora que adoramos ter um dia nosso, não é? Pensando nisso, e em toda nossa busca de fazer uma criação com rotina nada mainstream para o Ulisses (e consequentemente para nós), eu fui ontem comprar um presente pra Yara! “Como assim?” diz você, e eu digo espere! Eu disse que não compro presentes caros, mas adoro algo inusitado, rsrs. diadasmaes3Fomos num encontro geek falar de livros, série jogos e tudo de legal do mundo passear no sábado (Tava frio! O Inverno Está Chegando mesmo! <3), demos uma passada no shopping antes de voltar para casa. Eu despachei a Yara pra me comprar um milkshake de ovomaltine extra-crocante uma bebida saudável e fui improvisar. Se o Ulisses pudesse comprar um presente pra mãe dele, para onde ele engatinharia com todo vigor? Depois de eliminar a fábrica de lenços umedecidos, fui numa loja de brinquedos e comprei um pequeno mimo para a Yara: E foi entregue pelo pequeno no dia seguinte com direito a café na cama! Cama montessoricompartilhadacosleeping (logo tem post disso, se eu tiver coragem xD).

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Pai, é agora que tenho que entregar? Comofaz?!?!

Dia das Mães, 1 de seiláquantos

Dia das Mães, 1 de seiláquantos

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Bom dia Yara (e leitores) <3

Hoje é seu 1° dia das Mães (o anterior tinha sido Dia das Mães Gestantes :P), e eu te amo muito. O Ulisses está aqui no meu colo, ele não manda muito bem na digitação, mas queria participar desse momento para lhe dizer o quanto você é uma mãe maravilhosa!

Desde o dia em que nos conhecemos (e começamos a paquerar, visto que contabilizamos como dia do nosso namoro), sempre conversamos sobre o casamento e a p(m)aternidade. E não poderia ter escolhido uma pessoa melhor para ter ao meu lado, se eu fosse apontar algum defeito, seria dizer que você se cobra demais, você se minimiza demais, rsrs.

O Ulisses é uma criança linda e ativa, grandona, risonha e desesperadamente apaixonada pela mãe dela! Você transborda de amor e cuidados, é linda (linda sim! Eu te amo e sou apaixonado por você!), carinhosa, cuidadosa. Eu não conseguiria imaginar uma mãe melhor para meu ser humaninho mais precioso do mundo!

Tenho orgulho, um orgulho incomensurável, das suas (e nossas) vitórias, as lutas com a saúde, todas as batalhas diárias, nossa viagem, a gravidez não planejada (mas mais amada do que tudo), todos os nove meses, o nascimento, o primeiro mês (e que primeiro mês, não?), a vitória da amamentação e tudo que ela lhe representa.

Eu poderia escrever um livro nesse post sobre todas as lutas e dificuldades e alegrias e sonos e amores e risadas que narram um pouco disso tudo… mas o Ulisses está aqui no meu colo e quer dar logo a parte dele do recado para te acordar, entregar o presente e mamar! O.o

 

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Pronto, tp indo te amo

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Poizé, Fui convidado pelo Léo do Coisa de Pai para uma brincadeira bacananosa, e mesmo que não conheça muitos blogueiros – exceto um grupo de p(m)aternos que me adicionou no zapzap e aguenta minhas zoeiras – vou fazer e tentar recomendar para alguns (Antes que critiquem, entendam! Eu adoro ler blogs, mas nunca converso com os autores e admito que me falta coragem, vergonha na cara, tempo de comentar).

Mas sobre o que é essa bagaça?

CAIXA

Consiste em fazer um post com 7 coisas que gostamos. Engraçado é que mais do que enumerar, temos que pensar no que escrever. Minha medotologia conistiu em algo que fiz com a Yara uns tempos atrás para descobrir a nossa comida favorita: pegar uma coisa que gostemos e comparar com outra, pegar a que gostamos mais e comparar com a próxima, e assim por diante até termos a super-finalista!

Nesse caso teremos sete (não em ordem! Coloco tudo juntinho):

1 – Froot loops

Foi o meu finalista e indubitável vencedor como comida favorita. Foi um páreo duro para churrasco (qualquer churrasco, sim… qualquer), mas venceu. Essas rodelinhas coloridas, com leite em 1/3 da altura da tigela, sendo devorado numa velocidade quase desesperada para não perder a sua consistência, com colheradas contendo entre 5 e 9 rodelas e 4mm de leite, até uma última colherada com pelo menos 15 rodelas equilibradas com maestria na colher o mais cheia possível com leite… ah, perfeição!

2 – Literatura Fantástica

Eu tentei… juro que tentei! Eu ia colocar um autor aqui, um favorito acima de todos… mas falhei penosamente no teste. Patrick Rothfuss, Tolkien, Neil Gaiman, Terry Pratchett, Michael Ende, C. S. Lewis, George R. R. Martin… o fato é que sou desesperadamente viciado em livros. Atualmente estou lendo três simultaneamente e escrevendo o meu próprio, tudo literatura fantástica. Seja horror, fantasia medieval, ficção científica, distopia… estamos aí!

3 – …

Reticências. Desde que comecei a escrever o livro, a quantidade dessa pontuação em meus textos reduziu drasticamente. A menos que eu esteja falando de algo que me empolgue muito (vide o exemplo acima), aí aguente minhas reticências. E, segundo minha esposa, ao vivo a minha voz sobe de tom e eu falo ainda mais rápido que o normal, precisando de intérprete algumas vezes.

4 – Legião Urbana / Blind Guardian

Bem, coloquei essas duas bandas nadaaverumacomaoutra juntas por serem minhas favoritas. Desde criança escuto Legião, uma das minhas primeiras lembranças é ouvir Tédio com um T bem grande pra você, é uma mistura de nostalgia e alegria. E Blind Guardian foi uma descoberta com a Yara que se tornou uma paixão, acho a qualidade sonora deles fantástica (“Nightfall in Middle Earth” é simplismente perfeito), os temas escolhidos ótimos (muitas músicas são compostas inspiradas em literatura… eh… fantástica :P), os caras são gente boa pacas (tem um monte de vídeos deles zoando aleatóriamente e rindo em entrevistas), ah… e por fim, o vocalista é rei da fodelança no vocal! Merece demais! :D

5 – One Piece

Eu gosto muito de animes, gosto mesmo, eu e a Yara nos conhecemos num fórum de anime em 2002. Eu aprendi 80% do inglês que sei traduzindo legendas de anime em fitas cassete (sim, play-pausa-escreverápido-play-passou-rewind-play-pausa-escreverápido) e mangás página a página, espero que isso mostre um pouco do que gosto de anime. E comparando tudo que já vi, a obra prima do meu coração, é One Piece. Piratas, empolgação, heroismo, tragédia, superpoderes, fodelança… é tudo! :D

6 – Lógica

Eu ia colocar matemática (Rá Léo!), mas acho que lógica encaixa mais nesse ponto. Eu acho simplismente fantástico o modo como as coisas se encaixam e trabalham juntas e num padrão lindo universal. Eu acho lógicas cartográficas para decorar endereços, relações entre os números para decorar telefones, minhas senhas seguem um padrão de simetria e geometria no teclado… A representação máxima dessa paixão é a matemática, no meu segundo grau, um dos meus passatempos (PASSATEMPO) era resolver provas de mátemática do ITA, me divertia no processo. Mas acaba sendo mais um hobbie do que uma profissão, estou feliz demais escrevendo! :)

7 – Água

Não entendam água para tomar, água no sentido de corpos d’água. Mar, rios, tanques, piscinas, banheiras, caixas d’água… qualquer lugar onde caiba 50% do meu corpo é o suficiente para eu ficar feliz da vida. Lógico que se for amplo e sem pé para mim, minha alegria é proporcional. Nadar em alto-mar foi uma das melhores sensações que já tive. Uma das histórias mais antigas que tenho era de quando eu andava mal e porcamente e ir com a família num clube, assim que chegamos lá corri desesperado para a piscina sem saber que era a de adultos e funda. Minha tia me socorreu pelos cabelos. E lembrando agora, coisa similar aconteceu numa praia de pesca, aquelas que afundam de repente… a diferença é que meus pais me salvaram. Mas nada disso traumatizou e continuo adorando água! :P

Pronto! E notem que não citei família, Yara ou Ulisses. São minha vida, parte de mim, e isso tá além de gostar. ;) E pra ilustrar isso tudo, toma uma galeria:

Agora vem a parte complicada, indicar 7 blogs. Vamos ver…. na verdade nem sei se os autores vão ver isso aqui.

Cabô… só 5… xD

filho, árvore… e agora?

filho, árvore… e agora?

livro

Ontem teve post de 9 meses e comentei, lá no final, sobre um projeto que estava ajudando a devorar meu tempo.

Todos sabem o quanto as resoluções de ano novo são voláteis e tendem a virar fumaça antes mesmo de Fevereiro acabar. Mas esse ano eu tomei a decisão, movida principalmente por a Yara insistir que nunca termino nada, de começar a escrever um livro e terminá-lo antes do meio do ano.

Eu nunca escrevi mais que algumas páginas, de algumas histórias largadas, mas sempre houve uma ideia que me encantou e há anos me pedia para ser escrita. Sou apaixonado pelas histórias de Neil Gaiman, que pega nosso mundo e mistura com um universo fantástico, e a minha história bebe um pouco dessa fonte.

Imagine que tudo (ou quase tudo) que você sabe sobre elfos, anões, orcs e outras criaturas fantásticas fosse realidade, que um pouco do que os livros e RPGs de fantasia medieval existiu em nossa realidade. É sobre isso que escrevo em “Alvores”, a história se passa nos dias atuais, mais precisamente em Curitiba (parte da inspiração vieram de algumas lendas e histórias locais). Um trecho antigo de um prólogo que já foi refeito umas 5 vezes.

Nem sempre o homem foi onipotente sobre o planeta, outras raças e poderes coexistiram. Podemos vê-los na mitologia nórdica, celta, grega e romana. Histórias paralelas distantes por continentes e eras, mas com diversas similaridades. Elfos , anões , orcs , gnomos , trolls, uma infinidade de seres fantásticos.

Nascidos com a alvorada do mundo, são chamados de seres Alvores. Havia reinos e populações inteiras deles, mas há séculos o mundo seguiu adiante e a era dos homens teve início.

Elfos se isolaram em suas florestas, anões permaneceram em seus reinos nas entranhas das montanhas e os orcs se misturaram aos reinos obscuros dos homens. Criaturas ditas mágicas e encantadas se perderam ou se esconderam nos caminhos do mundo.

Até que, na Idade Média, essas raças começaram a ser caçadas. Livros de medicina que antes louvavam os conselhos e interferências élficas, os culpavam por enfermidades e falta de sorte. Anões começaram a ser vistos como aberrações, e os orcs – que sempre viveram ocultos nas sombras – aproveitaram para aprender sobre a política e modo de agir humano.

Assim, essas raças começaram a entender e aceitar sua condição, ficando ainda mais à margem do mundo. As memórias humanas, passadas geração a geração, que a cada história criavam e imaginavam, criaram as lendas. Essas lendas são as que conhecemos até hoje e enfeitam o imaginário.

Porém, mais do que as lendas e histórias, eles deixaram sementes…

Bem, e o motivo desse post é que a história está vingando, com mais de 70 páginas escritas (não parece muito, mas para alguém que nunca escreveu, estou em êxtase!) cheguei a 60% da história. Não tinha muita esperança de publicar, até descobrir o Catarse, um site de financiamento coletivo onde diversos projetos são apresentados e podem ser apoiados por qualquer um (sim, até mesmo você!), e dependendo do valor das contribuições, há as recompensas.

Vi nesse canal uma possibilidade linda de publicar minha história, com o apoio de entusiastas de literatura fantástica nacional, amigos e familiares. :)

Para isso, preciso de divulgação e mostrar meu trabalho até estar pronto para lançar o projeto no catarse. Criei uma página do facebook onde falo um pouco do processo, posto ilustrações (o livro será beeeem ilustrado, pelo meu amigo Sergio Artigas, o mesmo dos desenhos daqui do site) e novidades. Então, se puderem curtir a página, é só clicar abaixo:

http://facebook.com/livroalvores/

Muito obrigado mesmo! :)

9 meses?! Mas já?!

9 meses?! Mas já?!

9meses_06
Pois é… a gente aqui viajando, indo em coral e orquestra de câmara, passeando pimpões da vida e quase esqueci do post do nosso terceiro trimestre!

Pra começar eu tenho que falar, o que mais me marcou nesse trimestre, de tudo mesmo que aconteceu, já ganhou post. Então, se ainda não viu… vai ver nosso sofrimento na crise dos 8/9 meses. Mddc, todos chora!

Fora isso… hum, vamos lá?

Skills

Phisical

9meses_04Bem, não tem nem como negar o upgrade no pequeno. Desde que começamos a lutar na introdução de alimentos, com sólidos, líquidos e voadores, o Ulisses tem crescido vertiginosamente e já está usando roupas de 18 meses.

O engatinhar veio, e veio com força, agora não tem quem pare o garoto! Num piscar de olhos está indo da sala para a cozinha, cheguei a cogitar teletransporte se não visse com meus próprios olhos! É fantástica a evolução em três meses, de tentativas de se manter sentado para engatinhar e adquirir independência, crescimento em mobilidade e agilidade. Ele já se vira, levanta, senta, se apóia e começa a ensaiar uns passos apoiado no sofá ou banqueta.

9meses_05Já temos 7 dentes! E uma quantidade de baba suficiente para afogar o pai alta junto com o fato de colocar dedos na boca para morder me fazem suspeitar do oitavo elemento pipocando no canto direito inferior. Já está usando os dentes muito melhor, mastigando uns pedacinhos de comida (que a Yara se desespera quando ofereço grandes) e demonstrando sua preferência por morder meu pescoço em momentos de irritação.

Bate palmas com uma perfeição ímpar, o tchau não é tão perfeito, mas já é executado a pedidos de vizinhos e amigos que acenam (nota mental de gravar um vídeo do tchau)! O mais engraçado é que não ensinamos ou ensaiamos pegando na mão dele, a reprodução e raciocínio desses bebês é fantástico!

Psiquic

9meses_03The word is coming! Tá começando a falar, além de um papai meio indeciso, agora sai mamãe e neném em momentos de choro muito forte. E, incrivelmente, além disso… Peppa. É só ver a porquinha cor-de-rosa para falar Peppa com toda desenvoltura (mais uma nota mental de gravar). Muito lindo!

Já começou a tirar o cobertor da cabeça dos pais nas brincadeiras de “onde está o papai/mamãe” e continua demonstrando uma desenvoltura com o pandeiro e tambores! <3

A rotina está mais estabelecida, foi meio complicado ajustar depois que a Yara começou a estudar, agora ele começa a dormir um pouco mais tarde, por volta das 21:00 e acorda mais tarde, quase nada na minha opinião, lá pelas 7:00.

Da nossa parte

9meses_02A cama compartilhada (co-sleeping) continua aqui, do mesmo jeitinho: o berço sem uma das laterais e os pés serrados colado na nossa cama de casal com o Ulisses rolando para colar na Yara durante a noite. Mas com o desejo irrefreável de se jogar do desfiladeiro no fim do colchão desenvolvimento do engatinhar do Ulisses, vamos fazer camas baixinhas, com toda a cara Montessori, para melhorar essa questão de saída da cama.

O Sling continua sendo um amigo inseparável e ajudando demais a carregar e fazer dormir. Acho fantástico o tanto que olham eu carregando o Ulisses no Wrap, na grande maioria das vezes é elogiando e admirando a possibilidade de carregar com conforto e contato. Com o plus de ser o pai carregando. :D

9meses_01

Galerinha, acho que é isso… e Junho tem aniversariante por essas bandas e estamos pensando ainda na festa. Não acho que será grande, mas garanto a cara geek (como não, oras?). ;)

Eventos sociais… rola?

Eventos sociais… rola?

musica-(1)

Na segunda feira passada, rolou uma experiência bem bacana. Fomos com o Ulisses em uma apresentação musical. Uma colega do trabalho me chamou para assistir o grupo dela, e coincidentemente a minha esposa foi convocada com toda a turma dela de Música para assistir (uma das professoras dela também canta, como muitos dizem: Curitiba é um ovo).

Não houve nem um momento de dúvida sobre o Ulisses, ele iria junto e seria nossa primeira experiência com ele num local público e ouvindo música erudita. Na praia rolou de boa, porque não ali? Não vou mentir, tive medo de choro, fome, fralda, grito… mas também tem algo que digo sempre, os adultos tem uma tendência de subestimar bebês e crianças.

Então botei a cara, coragem e o sling e fomos pro abraço assistir a apresentação. As lindas da noite foram as fantásticas cantoras do Collegium Cantorum, um coro feminino virtuoso! E a apresentação foi na Capela Santa Maria (que nenhum taxista sabe onde fica e não é bem uma capela :P). Estávamos todos os três chiques, coloquei uma roupa social, a Yara de vestido. Até brinquei que se rolasse um atentado era capaz de o Ulisses virar um Bruce Wayne sóquepobre! Huahuahuaha.

Chegando lá, a família aqui se posicionou no local de mais fácil fuga e com menos risco de o Ulisses arrancar o cabelo de alguém de incomodar outros espectadores. O Ulisses estava meio cochilando e na primeira música se assustou. Uma solista chegou num agudo lindo e pleno e o Ulisses na hora fez bico, eu fiz um maior em sequência e fugi pro corredor. Mas foi alarme falso, logo ele se acostumou com o som e assistiu metade da apresentação numa boa. E deve ter gostado, visto que depois de usar a Yara de mamadeira (palavras dela, não me condenem) ele dormiu mesmo com as cantoras reverberando no palco.

musica-(4)

Camerata Antiqua de Curitiba – Orquestra de Câmara

Mas como uma andorinha só não faz verão, e pra testar o “sorte de principiante”, lá vamos nós para mais uma apresentação musical. Dessa vez foi a maravilhosa Orquestra de Câmara da Camerata Antiqua de Curitiba, um programa lindo e fantástico com direito a encerramento de Tchaikovsky executado com maestria! Simplesmente lindo!

Lindo como foi levar o Ulisses, se comportou muitíssimo bem, tive que ficar de pé em alguns momentos para desentediar o menino desesperado por engatinhar (estávamos lá em cima, cair era um risco, rsrs), e ele pediu duas vezes para amamentar. Reforçamos nosso pensamento de que ele deve gostar de música, não restrito a aberturas de desenho ou músicas de propaganda, ou até mesmo o pai dele cantando de modo aleatório. >_<

O mais complicado de tudo foi explicar pra ele que não necessário aplaudir a cada 5 segundos, claramente ele sentiu falta de percussão e pandeiro na apresentação e queria compensar do jeito dele:

musica-(2)

É nois no Ctba – São José /o/

E para fechar nosso passeio, e mostrar que dá pra passear com bebês sim, olha a gente pegando o baú, bonde, busum, vermelhão, coletivo… ônibus mesmo. Esse moleque se amarra em passear.

Mas como a Yara me disse, nós temos um pouco de sorte com o Ulisses, tem crianças que ficam doidas e tudo o mais. Mas acho que o relato vale pelo menos para você testar, não subestime ou fique com medo de levá-lo passear. Pode ser que tudo dê mais do que certo e vocês se divirtam muito.

Experimentar e confiar pode ser algo novo e incrível, mais do que escutar os outros, é importante escutar você mesmo e não usar a p(m)aternidade como uma desculpa para não sair, aqui está sendo exatamente o contrário, estamos usando a educação musical do Ulisses como motivo para passear.

Além da paixão que esse garoto tem por rua! Tá quase pegando ônibus sozinho!

Eu mamo... tenho direito a assento preferencial?

Eu mamo… tenho direito a assento preferencial?

Arrume a bolsa bem, se posicione próximo à saída e tenha um plano de fuga em mãos em caso de emergência. No mais, é só se divertir! ;)

[GeekTrip] Ilha do Mel – PR

[GeekTrip] Ilha do Mel – PR
praiacapa

Praia!

Sim, nós fomos à praia! Nossa primeira viagem puramente turística (já fomos pra Brasília uma e outra vez, mas pra visitar familia, e a Yara disse que assim não conta). Estamos planejando fazer viagens mais regularmente, estávamos precisando de um passeio.

Vendo os destinos po$$íveis em nosso orçamento, decidimos pegar uma praia (Curitiba está a menos de 2 horas da praia, pertinho pra quem morava em Brasília e nem viajando em sonho dava tempo de ir perto do mar). Vimos algumas opções e pensamos em gastar um pouquinho mais, mas fazer um passeio diferente (e que recomendo muito!). Fomos para a Ilha do Mel, aqui no Paraná mesmo.

panoramica

Obrigado Sling!

Obrigado Sling!

A Ilha fica na Baia de Paranaguá, e o acesso é feito a partir de Pontal do Paraná por um barco bem bacana (a Yara nunca tinha andado de barco e quase se borrou). A Ilha é um dos pontos mais bonitos do litoral paranaense, é reserva ambiental e alguns pontos não podem ser acessados, tração motor e animal é proibida (então é bicicleta ou a pé). A eletricidade chegou há pouco mais de 15 anos na ilha, o que melhorou muito (eu sei porque sou velho – :1( – e a vez anterior que eu tinha ido foi antes de a eletricidade chegar à Ilha).

A Ilha tem dois pontos de desembarque, a praia de Encantadas e a de Brasília (hihihi Brasília tem praia). Tem um monte de pontos legais de passeio, como o Forte, o Farol e a Gruta de Encantadas. Infelizmente não fomos em nenhum dos três por logística, mas prometemos vir novamente daqui a uns anos e ver tudo!

pousada

Pousada das Meninas

Ficamos na Pousada das Meninas, bem perto do farol e no meio de três praias: Praia do Farol, Praia de Fora e Praia Grande. O legal de ir fora de temporada é que as praias ficam quase desertas, pode-se deixar as coisas na areia e ficar aproveitando sem preocupações. Assim que desembarcamos na ilha, a Yara quase me esfolou, pois errei a praia de desembarque e tivemos que pegar um barco pequeno demais prestes a afundar menor.

Achamos a pousada linda e rústica, ficamos num quarto bacana e com rede. Além disso o Ulisses se apaixonou por uma gata chamada belinha.

O caminho é todo por trilhas – sim, só trilhas – e pra facilitar a caminhada (mochila não rolava, quem tem filho sabe!) pegamos um carinha com um “carrinho de mão” para levar as malas até a pousada. Ficamos na Pousada das Meninas, uma fofura pitoresca! O problema para quem morre de medo de lobisomem, como eu fica desconfortável no escuro no meio de uma floresta é caminhar à noite caçar um restaurante ou algum lugar pra passear. Fora isso, é paradisíaco!

Nos surpreendemos com a parte do comércio, esperávamos coisas muito caras, comidas ruins e atendimento péssimo. Mas acho que o clima da ilha deixa todo mundo de bom humor, é fantástico! E todo mundo adorava o Ulisses no sling. A comida é fantástica (fomos só em um restaurante, com medo de errar nos outros, mas recomendo o Mar e Sol sem medo!) e dá pra achar uns souvenires e camisetas bem baratas, olha eu e o Ulisses combinando. :)

PRAIAAA!!! AREIAAA!!!

PRAIAAA!!! AREIAAA!!!

Algumas dicas importantes: Repelente, lanterna, protetor solar, e muita vontade de caminhar por trilhas lindas e paradisíacas!

Mas acho que chega de falar da Ilha… e o que o Ulisses achou da praia? Resumindo: “ADORO PRAIA! AHHHHH! ADORO!!! ÁGUA AREIA BURACOS AHHHHH! ENGATINHA COME AREIA ENGATINHA BATE NA ÁGUA COME AREIA PAPAPAI AREIA ÁGUA AHHHHH! SPLASH SPLASH CHAPINHA COME AREIA COME ÁGUA AHHHH! PAPAPAPAPA PAÍ!

É, ele adorou, rsrs. Gravamos um vídeo de ele engatinhando tal qual tartaruga filhote na praia, confere só:

Ele não se assustou nem um pouco, adorou as ondas batendo nas costas, barriga e cabeça, brincou e riu o tempo todo sempre pedindo por mais. Felizmente ainda não tem noção o suficiente para chorar ao irmos embora, mas temo as separações futuras, rsrs.

E pra encerrar, umas fotos do passeio: